top of page
Image by Ilia

Pele | Câncer de Pele

Observar mudanças na pele pode fazer diferença no diagnóstico

O câncer de pele acontece quando células da pele passam a crescer de forma desordenada. Existem diferentes tipos, com comportamentos e níveis de agressividade distintos.

Uma pinta que muda não é o único sinal possível. Feridas que não cicatrizam, lesões que sangram ou áreas ásperas que persistem também merecem avaliação. Quando identificado precocemente, o câncer de pele apresenta maiores possibilidades de tratamento e cura.

O que é câncer de pele?

O câncer de pele se desenvolve a partir de alterações nas células que formam a pele. A exposição à radiação ultravioleta está entre os principais fatores relacionados ao seu surgimento.

É o tipo de câncer mais frequente no Brasil. Apesar disso, muitas lesões podem ser tratadas com bons resultados quando reconhecidas nos estágios iniciais.

Quais sinais merecem atenção?

É importante procurar avaliação diante de:

  • Ferida que não cicatriza ou que volta a aparecer;

  • Lesão que sangra com facilidade;

  • Mancha ou pinta que cresce ou muda;

  • Área áspera, descamativa ou com crostas persistentes;

  • Nódulo brilhante, avermelhado ou de crescimento progressivo;

  • Lesão diferente das demais presentes na pele.

Para pintas, a regra ABCDE ajuda a observar assimetria, bordas irregulares, cores variadas, diâmetro e evolução. No entanto, nem todo câncer de pele segue esse padrão.

Como é feita a avaliação?

Durante a consulta, a dermatologista examina a pele e avalia as características das lesões. A dermatoscopia permite observar estruturas que não são visíveis a olho nu e auxilia na identificação de alterações suspeitas.

Quando necessário, é realizada uma biópsia, com a retirada total ou parcial da lesão para análise em laboratório. É esse exame que permite confirmar o diagnóstico e identificar o tipo de câncer.

Quais são os principais tipos?

Os cânceres de pele não melanoma mais frequentes são:

  • Carcinoma basocelular: geralmente apresenta crescimento mais lento e baixo risco de se espalhar para outros órgãos;

  • Carcinoma espinocelular: pode apresentar comportamento mais agressivo e maior risco de disseminação em determinados casos.

O melanoma é menos frequente, porém mais agressivo, devido à possibilidade de se espalhar para outras partes do corpo. Ele pode surgir em uma pinta existente ou como uma nova lesão.

Quem apresenta maior risco?

O risco aumenta com a exposição solar acumulada, histórico de queimaduras solares, uso de câmaras de bronzeamento, pele clara, presença de muitas pintas e casos pessoais ou familiares de câncer de pele.

Pessoas com o sistema imunológico comprometido ou que trabalham expostas ao sol também precisam de atenção. Entretanto, qualquer pessoa pode desenvolver a doença, independentemente do tom da pele.

Em peles negras, o melanoma também pode surgir nas palmas das mãos, plantas dos pés e sob as unhas.

Quais são as opções de tratamento?

O tratamento depende do tipo de tumor, da localização, do tamanho e da profundidade da lesão. A cirurgia é uma das abordagens mais utilizadas e pode incluir técnicas que permitem maior controle das margens.

Em situações selecionadas, podem ser indicados medicamentos tópicos, curetagem, crioterapia, radioterapia ou outros tratamentos. Nos casos de melanoma mais avançado, podem ser necessárias terapias sistêmicas, como imunoterapia ou terapia-alvo.

Após o tratamento, o acompanhamento periódico é importante para observar a região tratada e identificar precocemente novas lesões.

Entre em contato

Image by Ilia
Dra. Danielle Aguiar

Percebeu uma mudança na sua pele? Não espere para avaliar

Nem toda pinta ou ferida representa câncer, mas somente o exame dermatológico pode determinar quando uma lesão precisa ser investigada.

Além de procurar atendimento diante de alterações, mantenha a fotoproteção diária e realize avaliações periódicas conforme a orientação médica.

  • Instagram
  • TikTok
bottom of page