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Tratamentos capilares

Tratamentos capilares

Diagnóstico e cuidado especializado para os cabelos e o couro cabeludo

A queda de cabelo pode acontecer de diferentes maneiras: de forma intensa e repentina, com redução progressiva do volume, em áreas bem delimitadas ou acompanhada de sintomas no couro cabeludo.

Alguns tratamentos podem auxiliar:

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Lasers capilares

Tecnologias baseadas em laser ou luz de baixa intensidade podem ser utilizadas como complemento no tratamento de alguns tipos de queda capilar.

O termo “lasers capilares” reúne tecnologias com diferentes mecanismos de ação. Entre elas estão os lasers e dispositivos de luz de baixa intensidade, também conhecidos como fotobiomodulação.

A energia luminosa pode atuar sobre o metabolismo celular do folículo e auxiliar na manutenção da fase de crescimento dos fios. Essa abordagem pode ser considerada especialmente em casos selecionados de alopecia androgenética, geralmente associada ao tratamento clínico.

O protocolo, o número de sessões e a possibilidade de combinação com medicamentos dependem do diagnóstico. Nem todos os tipos de queda respondem ao laser, especialmente quando há destruição definitiva dos folículos.

A consulta de avalição permite identificar a condição presente no couro cabeludo e definir o tratamento mais adequado.

Intradermoterapia capilar

Técnica que permite aplicar pequenas quantidades de substâncias diretamente no couro cabeludo, conforme o diagnóstico e a indicação médica.

A intradermoterapia capilar consiste na realização de pequenas aplicações diretamente no couro cabeludo. A técnica aproxima a substância da região tratada e pode ser incluída no planejamento de algumas formas de queda ou afinamento dos fios.

As substâncias utilizadas não são iguais para todos os pacientes. A escolha deve considerar o diagnóstico, as evidências disponíveis, possíveis alergias, contraindicações e os medicamentos que a pessoa já utiliza.

A intradermoterapia não substitui a investigação da causa nem os tratamentos clínicos necessários. Dor, sensibilidade, pequenos sangramentos, hematomas, inchaço ou irritação podem ocorrer temporariamente após as aplicações.

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Microagulhamento.png

Microagulhamento robótico

Procedimento que cria microperfurações controladas no couro cabeludo e pode integrar protocolos para algumas formas de rarefação capilar.

O microagulhamento robótico realiza microperfurações controladas no couro cabeludo, com profundidade e velocidade ajustadas para a área tratada.

O estímulo provocado pelo procedimento desencadeia uma resposta de reparação nos tecidos e pode ser utilizado como recurso complementar em pacientes selecionados, principalmente em alguns protocolos para alopecia androgenética.

Quando houver associação com alguma substância, sua segurança e sua indicação devem ser avaliadas separadamente. O microagulhamento não cria novos folículos e não recupera áreas em que eles já foram substituídos por cicatrizes.

Após o procedimento, podem ocorrer vermelhidão, ardência, sensibilidade, pequenos sangramentos ou formação de crostas. A higiene e os cuidados orientados pela dermatologista são importantes para reduzir o risco de irritação e infecção.

Plataforma pneumática

Tecnologia que utiliza pressão para distribuir uma substância na pele sem o emprego de agulhas convencionais.

A plataforma pneumática utiliza um jato de alta pressão para introduzir e distribuir uma substância na pele sem o uso de agulhas convencionais.

Nos tratamentos capilares, a técnica pode ser considerada como uma forma alternativa de aplicação no couro cabeludo, dentro de protocolos selecionados. A indicação depende do tipo de alopecia, da substância escolhida e das condições da pele na região.

Embora dispense a agulha tradicional, o procedimento pode provocar pressão, ardência, inchaço, hematomas ou sensibilidade temporária.

 

Sua utilização deve ser planejada pela dermatologista e não substitui os tratamentos direcionados à causa da queda.

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A queda de cabelo pode acontecer de diferentes maneiras: de forma intensa e repentina, com redução progressiva do volume, em áreas bem delimitadas ou acompanhada de sintomas no couro cabeludo.

Entre as causas estão a alopecia androgenética feminina e masculina, o eflúvio telógeno, a alopecia areata, a alopecia de tração e as alopecias cicatriciais, como a alopecia frontal fibrosante e o líquen plano pilar.

O couro cabeludo também pode ser afetado por condições como dermatite seborreica, psoríase, foliculites, infecções e outras doenças inflamatórias que provocam coceira, descamação, dor, sensibilidade ou formação de lesões.

Por isso, o tratamento começa pela identificação da causa. A avaliação pode incluir exame clínico, tricoscopia, registro fotográfico e, quando necessário, exames laboratoriais ou biópsia do couro cabeludo.

Medicamentos tópicos ou orais, cuidados com o couro cabeludo e procedimentos realizados em consultório podem fazer parte do planejamento. Cada recurso é escolhido de acordo com o diagnóstico, a atividade da condição e as características de cada paciente.

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